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	<title>Comentários sobre: Do governo: o controle da informação</title>
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	<description>Caderno digital de Gustavo T. Santos</description>
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		<title>Por: Cezar Sevilhano</title>
		<link>http://blog.gustavotsantos.com.br/2008/11/do-governo-o-controle-da-informacao/comment-page-1/#comment-11</link>
		<dc:creator>Cezar Sevilhano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 11:23:00 +0000</pubDate>
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		<description>Cara, parabéns pelo texto! Sintetizou aquilo que estávamos falando.

Esse tema é muito interessante, o fato da cibernética ter sido empregada primeiramente nas tecnologias de guerra e depois ter sido colocada a serviço da sistema capitalista é uma consequência esperada. Mas o engraçado é que hoje parece que o oposto acontece, os avanços na tecnologia são impulsionadas por essa necessidade de consumo que você descreveu e não tão dependentes dos avanços na industria bélica. E os consumidores não percebem a quantidade de informação alienada que eles se permitem receber. Estes dias eu estava vendo a lógica por trás do SPAM mail... parece que a grande maioria dessas mensagens não surte efeito nenhum nos possíveis clientes, mas cerca de 0,2% daqueles que recebem um email &quot;HAVE BIG DICK TODAY! PILLS VERY GOOD!&quot; acabam comprando um produto que nunca comprariam se não fossem as facilidades das lojas virtuais. E como mandar SPAM é praticamente gratuito e não infringe nenhuma lei real, os charlatões programam um computador para continuar mandando estes anúncios contando com o lucro destes 0,2%.  São os efeitos bizarros da cibernética.

Outro ponto, a questão do controle da informação. Podemos ver a internet como uma terra de ninguém? Claro que existem os domínios nacionais, (.us .br .pt) mas a internet criou uma classe de &quot;piratas&quot; do dia para a noite, um submundo virtual onde qualquer um pode baixar discos e filmes completos, infringindo direitos de propriedade, transformando qualquer tipo de mídia possível de ser digitalizada em &quot;domínio público&quot;. Mas esta não é uma solução viável, certo?  É aquilo que falamos, software livre, essa é uma alternativa, o desenvolvimento de mais programas Open Source é um meio de não depender das grandes corporações e nem apelar para a pirataria. (Não que eu não use, 99,9% dos meus jogos eu baixo da net)

É isso aí cara, depois vamos trocar um idéia para escrever alguma coisa sobre as sociedades virtuais, que também rende um texto bom e talvez alguma coisa sobre aquela idéia da portabilidade da tecnologia atual.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara, parabéns pelo texto! Sintetizou aquilo que estávamos falando.</p>
<p>Esse tema é muito interessante, o fato da cibernética ter sido empregada primeiramente nas tecnologias de guerra e depois ter sido colocada a serviço da sistema capitalista é uma consequência esperada. Mas o engraçado é que hoje parece que o oposto acontece, os avanços na tecnologia são impulsionadas por essa necessidade de consumo que você descreveu e não tão dependentes dos avanços na industria bélica. E os consumidores não percebem a quantidade de informação alienada que eles se permitem receber. Estes dias eu estava vendo a lógica por trás do SPAM mail&#8230; parece que a grande maioria dessas mensagens não surte efeito nenhum nos possíveis clientes, mas cerca de 0,2% daqueles que recebem um email &#8220;HAVE BIG DICK TODAY! PILLS VERY GOOD!&#8221; acabam comprando um produto que nunca comprariam se não fossem as facilidades das lojas virtuais. E como mandar SPAM é praticamente gratuito e não infringe nenhuma lei real, os charlatões programam um computador para continuar mandando estes anúncios contando com o lucro destes 0,2%.  São os efeitos bizarros da cibernética.</p>
<p>Outro ponto, a questão do controle da informação. Podemos ver a internet como uma terra de ninguém? Claro que existem os domínios nacionais, (.us .br .pt) mas a internet criou uma classe de &#8220;piratas&#8221; do dia para a noite, um submundo virtual onde qualquer um pode baixar discos e filmes completos, infringindo direitos de propriedade, transformando qualquer tipo de mídia possível de ser digitalizada em &#8220;domínio público&#8221;. Mas esta não é uma solução viável, certo?  É aquilo que falamos, software livre, essa é uma alternativa, o desenvolvimento de mais programas Open Source é um meio de não depender das grandes corporações e nem apelar para a pirataria. (Não que eu não use, 99,9% dos meus jogos eu baixo da net)</p>
<p>É isso aí cara, depois vamos trocar um idéia para escrever alguma coisa sobre as sociedades virtuais, que também rende um texto bom e talvez alguma coisa sobre aquela idéia da portabilidade da tecnologia atual.</p>
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