Sistemas operacionais, religiões e filosofias

O Mac é o judaísmo.
O Windows é o cristianismo.
O Linux é o anarquismo.
O Google é o socialismo.

O sentido do Espírito foi modificado

trabalho

Imagem encontrada numa busca pelos termos "trabalho repetitivo" no Google. Trata-se de uma cartela de LSD. Foi encontrada na página "Dicas de Segurança" do Jornal Conversa Pessoal da Secretaria de RH do Senado Federal. Ano IV, nº 71, 2006.

Contar, empilhar, organizar e repetir não são atividades espirituais por excelência. Estas podem ser consideradas atividades meramente “computacionais”.

Sorrir, chorar, sentir, ter prazer e criar são as verdadeiras atividades do espírito. É somente nesses processos que o espírito pode se manifestar e se desenvolver de forma plena.

[Este pensamento emergiu lendo o tópico 6 "Luta de classes e dignidade humana" do 3º capítulo "O Jogo das Contas de Vidro" do livro "Cibernética e teologia: o homem, deus e o número", de Hans Reinhard Rapp.]

A hegemonia mundial da China

chines

A China teria interesse em exercer hegemonia como fizeram EUA e Inglaterra?

Neste semestre estou cursando uma disciplina de História da Ásia na faculdade. Já sentia (acho que quase todos os estudantes da graduação em História sentem) que nossa visão da história humana é ridiculamente eurocêntrica, mas mesmo assim ainda sinto que não temos (principalmente no Ocidente Tropical… rs) muitos elementos de conhecimento da História do Mundo (uma expressão melhor que História Geral ou História Universal).

Um tópico interessante que o professor Angelo Segrillo abordou é a questão da suposta preponderância europeia na formação da economia mundial capitalista. É comum entre os historiadores/economistas problematizar a formação da economia mundial como consequencia do desenvolvimento da economia europeia. No entanto, há um esforço de revisão historiográfica e sociológica no sentido de demonstrar como o Oriente e a China principalmente sempre foram mais ricos e avançados que o Ocidente.

Muito se fala atualmente sobre a China vir a ser a principal potência no mundo globalizado no século 21. No entanto, se isso de fato ocorrer – eu creio que vá de fato ocorrer – a situação do mundo voltará a ser o que foi durante quase toda a história, qual seja, o Oriente rico e opulento e o Ocidente (ou Europa ou “Grande Europa”) correndo atrás das riquezes orientais.

Pesquisando pela web encontrei um bom texto para quem se interessar por esse debate, de autoria de Ivo Carneiro de Souza.

Outro texto interessante é este, que trata da volta à cena mundial por parte da Ásia, de autoria de Philip S. Golub.